MAGIA NEGRA: EXISTE?

O mais antigo código jurídico do mundo, o de Hammurabi, quase dois mil anos antes de Cristo, já no seu artigo segundo, previa severas penas para quem acusava injustamente alguém de magia negra; o acusado era jogado no rio; se se salvava o acusador tinha que entregar a sua casa. Logo a magia negra é muito antiga.

A grande questão que se põe para o homem moderno, em plena era da ciência e tecnologia, é de saber se a magia negra tem fundamento científico.

A parapsicologia mostra a existência de um fator PK, isolado por pesquisas estatísticas, através de testes de laboratório em nível universitário. Este fator é responsável pela ação da mente sobre objetos materiais ou pessoais. Assim sendo esta ação energética pode curar uma pessoa ou pode torná-la doente e até matá-la isto depende da intenção emocional de quem usa este processo.

A pior das magias negras é a que se efetua diretamente, através do ódio; as observações feitas em parapsicologia clínica, indicam que o ódio podem provocar a distância e mesmo matar.

A magia negra consiste em usar a mesma forma energética destrutiva através de objetos, animais ou pessoas intermediárias.

Tudo indica que os que praticam tais atos, terão de pagar por eles um dia ou outro. É o que se chama "a lei do retorno", ou "lei do carma". Por exemplo se você dar uma bofetada em alguém, você cria na vítima um potencial de revide que irá se manifestar imediatamente ou mais tarde; o mesmo se dá no plano energético sutil mais cedo ou mais tarde.

Existem no mundo inteiro pessoas ou mesmo seitas que se consagram à estas práticas. Algumas chegam a loucura de sacrificar animais ou mesmos seres humanos. Esta última prática tem se multiplicado ultimamente, mesmo no Brasil. Isto faz parte da decadência da nossa civilização.

Por isto mesmo se torna necessária uma profunda educação para a paz visando reativar em cada ser humano o seu respeito com seu semelhante, assim como os grandes valores da humanidade e da espiritualidade verdadeira: o amor, a sabedoria, a verdade e a beleza interior.

Pierre Weil