INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: UMA FONTE DE VIOLÊNCIA E DE GUERRAS

Uma das fontes mais conhecida através da história da humanidade, de constante violência e de guerras são os grupos fanáticos que existem dentro da maioria das religiões.

Estes fanatismos nascem em geral na mente de pessoas que foram criadas de modo estreito e unilateral dentro de determinada cultura religiosa; estes grupos de pessoas jamais tiveram contatos com outras religiões e se limitam a ler textos sagrados da sua própria religião. Muitos são os mestres religiosos a insistirem sobre a superioridade da suas religiões sobre as outras, ou mesmo dentro de uma religião a superioridade da sua corrente teologista, em pleno fim de século, há atos de violência entre quem precisaria dar o exemplo de fraternidade, compreensão e entendimento entre os homens; entre cristão, muçulmanos, hinduístas e budistas e dentro de cada tradição nascem conflitos e atritos violentos.


O QUE FAZER?

Desde o início deste século, líderes de boa vontade, provindo de cada tradição religiosa, tem se reunido periodicamente para fazer um esforço no sentido de compreensão mútua e de aprendizagem recíproca. Várias associações internacionais e nacionais tem sido criadas para esta finalidade. Estes encontros tem se revelado de uma extrema riqueza e sempre geram novos encontros. A própria Igreja Católica tem realizado muitos esforços no sentido ecumênico (religiões cristãs) e inter-religioso. O encontro de Assis Goi sem dúvida um exemplo notável. Os esforços do Dalai-Lama neste sentido, tem lhe valido o prêmio Nobel da Paz.

Mais recentemente, a UNESCO tem reunido em Barcelona, representantes de várias tradições espirituais do mundo. Do encontro nasceu a Declaração de Barcelona.

Pierre Weil